O tom imperativo dos usuários de micro ônibus de São Paulo me assusta.
Como todos sabem, esses pequenos coletivos são os remanescentes das antigas “Peruas”.
As vans clandestinas que rodaram por muitos anos na capital. E como descendentes diretos, alguns costumes, como costuma acontecer permaneceram. Engraçado como a sociedade cria preceitos e são seguidos por um tempo e por um povo, mesmo depois da invalidade destes. Conta-se que em Roma, as pessoas ainda curvavam-se em honra ao Imperador, mesmo depois de muitos séculos da derrocada do Império.
Hábitos, como gritar o trajeto da lotação, mesmo havendo uma placa indicativa. A presença irreverente, quase lúdica do cobrador; a vontade insana de correr, saltar sobre lombadas, matar pessoas e concorrer com ônibus. Mas a principal herança que as ancestrais Kombis nos deixaram foi a flexibilidade de desembarque, ou seja, você pode descer onde quiser.
Sou totalmente contra, afinal lugar de parada é no ponto, mas enfim. Às onze da noite, em frias noites e em lugares obscuros, eu perdôo. E confesso que até faço uso desse artifício prático. Mas alguns excedem-se. Qualquer lugar se torna referência de parada. “Escadinha desce!” Como assim “escadinha desce”? Orelhão, por favor, clamam os educados. E daí varia-se: lombada desce, pixação a frente desce (???), no toldo azul, no cachorro a frente, desce; na esquina, na valeta, na fiação, na viela (EU!rsrsr). Daí o infeliz do motorista tem de decorar todo o percurso e suas variantes. A incidência da luz e as fases lunares influem um pouco. E quando ele, contudo, esquece de parar no local indicado, do fundo vem um grito aterrador: na escadinha, idiota! E vários xingamentos são expelidos. Me perdoem as feministas, mas as mulheres são as mais escandalosas. Tem uma loira que invocou até a mãe do motorista. Imaginem como. Uma noite, ouvi a até a palavra caralho, invocada com ira. O ofendido, calado, resigna-se.
É tão passivo quanto eu, no banco. Ele rememora o caminho a ser seguido e as possíveis paradas, uma alusão a jornada da vida e, eu, sugestiono, em silencio, apaziguador: “vai de táxi”!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Para ajudar o turista: frases em Português...
En la calle
- Por favor, poderia me dizer?: ¿Podría decirme...?
- Pode me ajudar por favor?: ¿Podría ayudarme, por favor?
- Muito obrigado: Muchas gracias
- Eu lhe agradeço muito / Muito agradecida(o): Se lo agradezco mucho
El tiempo
- Hoje está um dia lindo: ¡Hace un día precioso!
- Faz calor / Está quente: ¡Hace calor!
- Faz frio / Está frio: Hace frío
Viajes y direcciones
- Por favor, preciso de uma passagem de ida para...: Necesito un billete (sólo ida) ...., por favor.
- Que horas saí o próximo ônibus?: ¿A qué hora sale el próximo autobús?
- Quanto custa uma corrida de táxi ao centro da cidade?: ¿Cuánto cuesta un taxi al centro?
- Onde posso encontrar um ponto de táxi?: ¿Dónde puedo encontrar un taxi?
- Eu perdi minha mala/bagagem/sacola: He perdido mi maleta...
- Pode me dizer como ir a/ao...: ¿Podría decirme cómo llegar a ...?
- Acho que estou perdido(a): Creo que me he perdido
En un restaurante
- O que os senhores(as) querem comer?: ¿Qué te gustaría comer?
- Qual é a entrada/ prato principal/ sobremesa?: ¿Cuáles son los platos principales?
- O menú de sobremesas, por favor: Por favor, la carta de postres.
- Vocês têm um menú de vinhos?: ¿Tienen carta de vinos?
- Me traz a conta, por favor?: La cuenta, por favor.
De noche
- Saímos esta noite?: ¿Te gustaría salir hoy por la noche?
- Aonde nos encontramos?: ¿Dónde nos vemos?
- Você quer tomar alguma coisa?: ¿Quieres algo de beber?
- Você quer dançar? Você dança?: ¿Quieres bailar?
- Por favor, poderia me dizer?: ¿Podría decirme...?
- Pode me ajudar por favor?: ¿Podría ayudarme, por favor?
- Muito obrigado: Muchas gracias
- Eu lhe agradeço muito / Muito agradecida(o): Se lo agradezco mucho
El tiempo
- Hoje está um dia lindo: ¡Hace un día precioso!
- Faz calor / Está quente: ¡Hace calor!
- Faz frio / Está frio: Hace frío
Viajes y direcciones
- Por favor, preciso de uma passagem de ida para...: Necesito un billete (sólo ida) ...., por favor.
- Que horas saí o próximo ônibus?: ¿A qué hora sale el próximo autobús?
- Quanto custa uma corrida de táxi ao centro da cidade?: ¿Cuánto cuesta un taxi al centro?
- Onde posso encontrar um ponto de táxi?: ¿Dónde puedo encontrar un taxi?
- Eu perdi minha mala/bagagem/sacola: He perdido mi maleta...
- Pode me dizer como ir a/ao...: ¿Podría decirme cómo llegar a ...?
- Acho que estou perdido(a): Creo que me he perdido
En un restaurante
- O que os senhores(as) querem comer?: ¿Qué te gustaría comer?
- Qual é a entrada/ prato principal/ sobremesa?: ¿Cuáles son los platos principales?
- O menú de sobremesas, por favor: Por favor, la carta de postres.
- Vocês têm um menú de vinhos?: ¿Tienen carta de vinos?
- Me traz a conta, por favor?: La cuenta, por favor.
De noche
- Saímos esta noite?: ¿Te gustaría salir hoy por la noche?
- Aonde nos encontramos?: ¿Dónde nos vemos?
- Você quer tomar alguma coisa?: ¿Quieres algo de beber?
- Você quer dançar? Você dança?: ¿Quieres bailar?
Horários de Bandeira 2 em BH, Recife,RJ,Salvador, Vitória
Cidade Horários de Bandeira 2
Belo Horizonte De segunda à sexta-feira entre 22:00 e 06:00 horas, aos sábados a partir das 14:00 horas, e nas 24 horas dos domingos
Recife Das 22h às 6h.
Rio de Janeiro 21:00 às 06:00 (segunda-feira a sábado) e nos domingos e feriados.
Salvador Nos dias úteis, das 22 horas às 6 horas; aos sábados, a partir das 14 horas; nos domingos e feriados durante as 24 horas.
Vitória Domingos, feriados nacionais e das 22h às 6 horas.
* Fontes: STTU, GECOP, Agecom, CTTU - Taxímetro Online, um serviço gratuíto
Belo Horizonte De segunda à sexta-feira entre 22:00 e 06:00 horas, aos sábados a partir das 14:00 horas, e nas 24 horas dos domingos
Recife Das 22h às 6h.
Rio de Janeiro 21:00 às 06:00 (segunda-feira a sábado) e nos domingos e feriados.
Salvador Nos dias úteis, das 22 horas às 6 horas; aos sábados, a partir das 14 horas; nos domingos e feriados durante as 24 horas.
Vitória Domingos, feriados nacionais e das 22h às 6 horas.
* Fontes: STTU, GECOP, Agecom, CTTU - Taxímetro Online, um serviço gratuíto
www.precodotaxi.com: saiba de antemão o preço e o trajeto do táxi...Sensacional!
Taxímetro Online
Seja bem-vindo ao Taxímetro Online, um serviço gratuíto de realização de "estimativa" do valor a ser pago por uma corrida de táxi. Vale ressaltar que é apenas uma "estimativa", pois, o preço total da corrida vai ser proporcional não somente à distância percorrida como também ao tempo parado no trânsito.
http://www.precodotaxi.com/
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http://www.precodotaxi.com/
Andar de táxi ou manter um segundo carro, o que custa mais?
Andar de táxi ou manter um segundo carro, o que custa mais?
Por: Equipe InfoMoney
22/07/08 - 15h52
InfoMoney
Fonte: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1230645&path=/suasfinancas/
SÃO PAULO - De acordo com levantamento do Cefipe (Centro de Estudos de Finanças Pessoais e Negócios), manter um segundo carro pode custar R$ 10 mil a mais por ano, em comparação com andar de táxi.
O estudo, ao considerar um carro no valor de R$ 40 mil, calcula que seu custo mensal supere os R$ 1.900. Por esse mesmo valor, ainda segundo o Cefipe, é possível andar de táxi, realizando o mesmo trajeto rodado pelo carro particular, economizando mais de R$ 900 por mês.
Cálculo equivocado
Segundo o centro de estudos, poucos percebem essa grande economia, pois a maioria das pessoas considera apenas o combustível, o seguro, a manutenção e os impostos no cálculo do custo do segundo carro próprio.
É necessário acrescentar à conta uma série de outros fatores, como a depreciação do automóvel e o que o proprietário ganharia se a mesma quantia estivesse investida no banco.
"Andar de táxi é mais seguro e barato do que ter que pagar IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), gasolina, seguro e outras despesas", afirma o presidente da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo), Ricardo Auriemma.
Confira a tabela abaixo com os itens e seus respectivos gastos, no caso de um segundo carro e de um táxi:
Fonte: Cefipe (Centro de Estudos de Finanças Pessoais e Negócios)
Modelos compactos
Segundo a Molicar, é preciso ter cuidado com o cálculo, pois ele varia de acordo com o modelo do segundo veículo. No caso de automóveis de luxo, a comercialização é voltada ao status e design atualizado, tendendo de fato a uma depreciação considerável e a baixa procura pelos modelos usados.
Mas, em se tratando de veículos compactos, como os "populares" e as pickups de modelos leves, a depreciação não é grande, chegando no teto de 6% ao ano.
No primeiro caso, a grande ressalva refere-se à variação do mercado: se surgir um compacto mais barato, o preço do usado pode depreciar em níveis maiores. Em contrapartida, se o modelo aumentou de preço até o momento da venda, o usado acompanhará essa alta.
De qualquer forma, os "populares" tendem a atrair o interesse do mercado. Se for uma pickup, então, a venda é certa, pois há um grande interesse das transportadoras de pequeno e médio porte.
Seria recomendável a aquisição desses últimos modelos, de acordo com a Molicar, pois a utilização de táxis pode trazer problemas quanto à sua disponibilidade para corrida.
==================================
Comentário do Maurício: eu não tenho nem "primeiro carro". Na minha realidade atual, táxi + transporte público são a melhor opção.
_________________
"Cada Real investido é um servo fiel que trabalha dia e noite para você."
futurofinanceiro.org
Por: Equipe InfoMoney
22/07/08 - 15h52
InfoMoney
Fonte: http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1230645&path=/suasfinancas/
SÃO PAULO - De acordo com levantamento do Cefipe (Centro de Estudos de Finanças Pessoais e Negócios), manter um segundo carro pode custar R$ 10 mil a mais por ano, em comparação com andar de táxi.
O estudo, ao considerar um carro no valor de R$ 40 mil, calcula que seu custo mensal supere os R$ 1.900. Por esse mesmo valor, ainda segundo o Cefipe, é possível andar de táxi, realizando o mesmo trajeto rodado pelo carro particular, economizando mais de R$ 900 por mês.
Cálculo equivocado
Segundo o centro de estudos, poucos percebem essa grande economia, pois a maioria das pessoas considera apenas o combustível, o seguro, a manutenção e os impostos no cálculo do custo do segundo carro próprio.
É necessário acrescentar à conta uma série de outros fatores, como a depreciação do automóvel e o que o proprietário ganharia se a mesma quantia estivesse investida no banco.
"Andar de táxi é mais seguro e barato do que ter que pagar IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), gasolina, seguro e outras despesas", afirma o presidente da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo), Ricardo Auriemma.
Confira a tabela abaixo com os itens e seus respectivos gastos, no caso de um segundo carro e de um táxi:
Fonte: Cefipe (Centro de Estudos de Finanças Pessoais e Negócios)
Modelos compactos
Segundo a Molicar, é preciso ter cuidado com o cálculo, pois ele varia de acordo com o modelo do segundo veículo. No caso de automóveis de luxo, a comercialização é voltada ao status e design atualizado, tendendo de fato a uma depreciação considerável e a baixa procura pelos modelos usados.
Mas, em se tratando de veículos compactos, como os "populares" e as pickups de modelos leves, a depreciação não é grande, chegando no teto de 6% ao ano.
No primeiro caso, a grande ressalva refere-se à variação do mercado: se surgir um compacto mais barato, o preço do usado pode depreciar em níveis maiores. Em contrapartida, se o modelo aumentou de preço até o momento da venda, o usado acompanhará essa alta.
De qualquer forma, os "populares" tendem a atrair o interesse do mercado. Se for uma pickup, então, a venda é certa, pois há um grande interesse das transportadoras de pequeno e médio porte.
Seria recomendável a aquisição desses últimos modelos, de acordo com a Molicar, pois a utilização de táxis pode trazer problemas quanto à sua disponibilidade para corrida.
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Comentário do Maurício: eu não tenho nem "primeiro carro". Na minha realidade atual, táxi + transporte público são a melhor opção.
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"Cada Real investido é um servo fiel que trabalha dia e noite para você."
futurofinanceiro.org
Jards Macalé e o táxi
Tem um papel higiênico de tanta merda que se ouve no rádio. Porra, desliguei o rádio! Eu, que gosto de música, desliguei o rádio. Eu só ando de táxi. Entro e digo assim: "Amigo, por favor, desligue esse rádio". O cara, “Pô!”. “Desligue o rádio!” E depois... "Amigo, por favor, desligue esse ar-condicionado que faz mal para a garganta. Bactérias à vontade, tudo fechado. Já fui hospitalizado por causa de uma bactéria dessa no início do ano. Então, não quero mais andar com bactérias no bolso. Por favor, desligue." Aí, mal-humorado, desliga. "Agora, ande a 40 km só pra eu sentir o ventinho." O cara pira, enlouquece. Ele só não me expulsa do carro porque as distâncias são relativamente longas, porque ele vai perder um dinheirinho. Mas que ele fica muito puto, fica. Tem uns que dizem: "Não, tudo bem, seu Jards, pode, inclusive, fumar".
Ele só anda de taxi, também
O MAIS SOLITÁRIO DOS HOMENS
Enquanto houver esperança, eu só ando de táxi. Andar de táxi é ter o conforto do chauffeur (na minha geração ainda se usa essa palavra?) sem o constrangimento da ostentação. Tenho uma ligeira sensação de que estou sendo invasivo, afinal estou sentado durante um tempo no local de trabalho daquele sujeito. É como se eu entrasse na baia de um escritório e ficasse durante quinze minutos olhando um arquiteto trabalhar. Eu me sentiria na obrigação de ao menos perguntar “essa aí do porta retrato é sua filha? Fofa.”, pra não parecer um desagradável. Por isso sempre converso com os taxistas. E, lá no fundo, enquanto escuto ele comentar o tempo e o ar-condicionado quebrado que a peça do conserto é uma fortuna, espero sempre que me seja oferecido um mero cafezinho
(Fernando Ceylão - Ator, autor e diretor)
Enquanto houver esperança, eu só ando de táxi. Andar de táxi é ter o conforto do chauffeur (na minha geração ainda se usa essa palavra?) sem o constrangimento da ostentação. Tenho uma ligeira sensação de que estou sendo invasivo, afinal estou sentado durante um tempo no local de trabalho daquele sujeito. É como se eu entrasse na baia de um escritório e ficasse durante quinze minutos olhando um arquiteto trabalhar. Eu me sentiria na obrigação de ao menos perguntar “essa aí do porta retrato é sua filha? Fofa.”, pra não parecer um desagradável. Por isso sempre converso com os taxistas. E, lá no fundo, enquanto escuto ele comentar o tempo e o ar-condicionado quebrado que a peça do conserto é uma fortuna, espero sempre que me seja oferecido um mero cafezinho
(Fernando Ceylão - Ator, autor e diretor)
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